Agora, penso em você aí sozinha
Penso também que gostaria, eu, de estar aí.
Te dizer algumas palavras doces, dar voz ao meu amor calado.
Queria te decifrar o rosto cansado.
Queria ver um sorriso teu se abrir.
Você não sabe, nem poderia, e eu sei bem que não sabes
O tanto que eu gosto (e não é pouco), um bocado, de ti.
O tanto de amor que lhe é reservado.
Uma parte, minha, que lhe pertence.
E um tanto, do que é só teu, que habita em mim.
Sob as condições da realidade impostas pela vida, não havia escolha.
Não poderia nunca ter lhe dito estas coisas, quando tive a chance.
Mas não há de ser nada. A vida é imprevisível e longa... é mágica.
Sigamos então, firmes... adiante.
Registro aqui tais verdades, neste manifesto de amor rasgado, ao deus dará.
Pois eu nem sei, o pobre louco, apaixonado...
Se você o lerá.
L>K
quinta-feira, março 13, 2008
quinta-feira, dezembro 20, 2007
Amores possíveis.
Tão estranho é o coração do homem
Subjetivo e vago, um inconseqüente, um inconstante eterno
Que os que vivem de acordo com este, invariavelmente estão perdidos
No entanto este amigo da onça não o faz por mal, quer o seu bem
E costumam ser sinceros... E não pressentem o perigo.
Levam seus donos, pelas mãos, por caminhos obscuros
Atrás de uma luz que se vislumbra no fim de um túnel escuro e frio
E, não raro, sua mão quente e esperançosa se desgarra
Deixando o pobre estúpido ali, sem saber como agir.
Sozinho, na escuridão agora total, só lhe resta seguir... sem saber aonde ir.
O fato é que este mesmo traidor é quem lhe salva dessa situação
Pois em um dia, que certamente não esperas, mergulhado no frio e na absoluta solidão
Surgirá novamente a tal luz diante de seus olhos e um calor que lhe envolve totalmente
E a mesma mão esperançosa toma a sua com carinho...
E a mesma voz imperiosa lhe diz –Recomece... Vá em frente!
Não fujam destarte, meus amigos, desse nobre trapalhão...
Não evitem seus desastrosos palpites, suas escolhas duvidosas.
Toda essa sua confusão.
Vivam seus amores possíveis, chorem e sorriam, quantas vezes forem necessárias
Tudo é tão efêmero... É só uma vida para errar e acertar.
Pequem sempre pelo exagero, nunca pela omissão.
Quando a razão lhe disser, com toda a força – Não faça... Dará errado no fim.
Faça!
Não há tempo a perder... E é como deve ser
Simples assim.
L>K
Subjetivo e vago, um inconseqüente, um inconstante eterno
Que os que vivem de acordo com este, invariavelmente estão perdidos
No entanto este amigo da onça não o faz por mal, quer o seu bem
E costumam ser sinceros... E não pressentem o perigo.
Levam seus donos, pelas mãos, por caminhos obscuros
Atrás de uma luz que se vislumbra no fim de um túnel escuro e frio
E, não raro, sua mão quente e esperançosa se desgarra
Deixando o pobre estúpido ali, sem saber como agir.
Sozinho, na escuridão agora total, só lhe resta seguir... sem saber aonde ir.
O fato é que este mesmo traidor é quem lhe salva dessa situação
Pois em um dia, que certamente não esperas, mergulhado no frio e na absoluta solidão
Surgirá novamente a tal luz diante de seus olhos e um calor que lhe envolve totalmente
E a mesma mão esperançosa toma a sua com carinho...
E a mesma voz imperiosa lhe diz –Recomece... Vá em frente!
Não fujam destarte, meus amigos, desse nobre trapalhão...
Não evitem seus desastrosos palpites, suas escolhas duvidosas.
Toda essa sua confusão.
Vivam seus amores possíveis, chorem e sorriam, quantas vezes forem necessárias
Tudo é tão efêmero... É só uma vida para errar e acertar.
Pequem sempre pelo exagero, nunca pela omissão.
Quando a razão lhe disser, com toda a força – Não faça... Dará errado no fim.
Faça!
Não há tempo a perder... E é como deve ser
Simples assim.
L>K
sábado, novembro 24, 2007
Nascer do sol em uma padaria.
O que vejo em ti
Além de todo amor que carregas...
É o pesar de uma vida dificil...
É a pressão... o cansaço.
Uma vida dificil...
Ainda que invejada seja.
O que vejo em ti
Além de todo o amor que carregas...
É a falta de um tempo que não volta.
É a tolerância a solidão...
É o saber ganhar a “aposta”
É a força inquestionável que tens
Vejo, e todos vêem, que deu a resposta.
O que vejo em ti
Além de todo amor que carregas...
É esse seu sorriso seguro.
Franco...certeiro..
As vezes... zombeteiro..
Cativante...
E perfeito.
Vejo teus olhos diretos, únicos.
Olhos que encaram sem temer...
Lindos.
Olhos de cobra, que mudam de cor...
Ainda que tu pareças não saber.
O que vejo, afinal
É esse amor todo que carregas em ti...
E descobri, tarde talvez, pois só agora a conheci...
Que o quero pra mim.
L>K
Além de todo amor que carregas...
É o pesar de uma vida dificil...
É a pressão... o cansaço.
Uma vida dificil...
Ainda que invejada seja.
O que vejo em ti
Além de todo o amor que carregas...
É a falta de um tempo que não volta.
É a tolerância a solidão...
É o saber ganhar a “aposta”
É a força inquestionável que tens
Vejo, e todos vêem, que deu a resposta.
O que vejo em ti
Além de todo amor que carregas...
É esse seu sorriso seguro.
Franco...certeiro..
As vezes... zombeteiro..
Cativante...
E perfeito.
Vejo teus olhos diretos, únicos.
Olhos que encaram sem temer...
Lindos.
Olhos de cobra, que mudam de cor...
Ainda que tu pareças não saber.
O que vejo, afinal
É esse amor todo que carregas em ti...
E descobri, tarde talvez, pois só agora a conheci...
Que o quero pra mim.
L>K
quinta-feira, novembro 22, 2007
Musa.
Quando a vi, pela primeira vez...Pensei, não sei, um pouco de tudo, contudo...
Nada, absolutamente, relacionado ao que essencialmente és...
Uma menina adorável, dentro de uma linda mulher.
Sua serenidade me encanta, minha tristeza espanta.
Irradia alegria, um sorriso é você, um poema, sim, é isso que és...
Tua beleza, inata, prende meus pensamentos na mesma proporção...
Que o amor que vislumbro em seus olhos, que em ti não cabe, me arrebata o coração.
Penso: “A vida é dura, mas como é bela e como é boa”...
E como tudo vale a pena demais...
Pois aqui, no começo de todas as coisas, sinto-me feliz em conhecê-la.
Menina-mulher-amor, pura força, minha musa...
Estrela.
Escrevo-lhe estes versos despreocupados almejando seu sorriso.
Quero vê-lo sempre aberto, dominante, infinitamente lindo.
Grande, branco, pois assim que a compreendo, poço de alegria sem fim, e em mim...
Terás sempre um apaixonado, encantado, por ti...
Musa.
L>K
Nada, absolutamente, relacionado ao que essencialmente és...
Uma menina adorável, dentro de uma linda mulher.
Sua serenidade me encanta, minha tristeza espanta.
Irradia alegria, um sorriso é você, um poema, sim, é isso que és...
Tua beleza, inata, prende meus pensamentos na mesma proporção...
Que o amor que vislumbro em seus olhos, que em ti não cabe, me arrebata o coração.
Penso: “A vida é dura, mas como é bela e como é boa”...
E como tudo vale a pena demais...
Pois aqui, no começo de todas as coisas, sinto-me feliz em conhecê-la.
Menina-mulher-amor, pura força, minha musa...
Estrela.
Escrevo-lhe estes versos despreocupados almejando seu sorriso.
Quero vê-lo sempre aberto, dominante, infinitamente lindo.
Grande, branco, pois assim que a compreendo, poço de alegria sem fim, e em mim...
Terás sempre um apaixonado, encantado, por ti...
Musa.
L>K
segunda-feira, junho 18, 2007
Um vício.
Ando, olho, não te vejo mais...
Corro, procuro, não te acho.
Desejo, preciso, de você...
Pra onde, afinal, devo ir..?
Sou um poço de vontades insatisfeitas...
Sou uma bomba armada e não caibo em mim..
Não soube, durante muito tempo, o que queria
Hoje sei, e saber me consome...
Pois minha vontade não mais conta para ti.
Não me queixo, pois assim é o amor..
Resiste, bravamente, as agruras de vidas difíceis.
É levado ao limite, diária e constantemente.
Resiste, resiste... Mas perece.
E encerra em si sonhos lindos, de pobres apaixonados
Incansáveis aprendizes de suas belezas.
Sou um desses, humilde escravo de sua vontade...
Faminto de sua presença, viciado inveterado.
Amo, intensamente, e amo amar...
E amo você, intangível dona de mim.
Pra onde, enfim, devo ir?
L>K
Corro, procuro, não te acho.
Desejo, preciso, de você...
Pra onde, afinal, devo ir..?
Sou um poço de vontades insatisfeitas...
Sou uma bomba armada e não caibo em mim..
Não soube, durante muito tempo, o que queria
Hoje sei, e saber me consome...
Pois minha vontade não mais conta para ti.
Não me queixo, pois assim é o amor..
Resiste, bravamente, as agruras de vidas difíceis.
É levado ao limite, diária e constantemente.
Resiste, resiste... Mas perece.
E encerra em si sonhos lindos, de pobres apaixonados
Incansáveis aprendizes de suas belezas.
Sou um desses, humilde escravo de sua vontade...
Faminto de sua presença, viciado inveterado.
Amo, intensamente, e amo amar...
E amo você, intangível dona de mim.
Pra onde, enfim, devo ir?
L>K
Senza spiegazone.
Queria saber de ti.
Aonde moras e do que és feita.
Detalhes, coisas pequenas e o que te faz assim... Pra mim...
Perfeita.
O que lhe entristece e o que lhe faz rir...
E tudo o mais, qualquer coisa, que lhe interessa.
Queria alcançar você...
Em um destes dias, que não existem... Serenos...
Sem pressa.
Mergulharia, então, em você.
Me tornaria parte de ti...
Enxergaria através dos teus olhos, te respiraria.
Morreria por você...
Morreria...feliz.
Coisas intrigantes acontecem a todos nós.
Sem explicação...
Coisa que não se explica.
As vezes penso, mas explicar não, não tento...
Só sinto, por dentro, é a vida...
É assim... E é linda!
É... É assim!
Ela mora em um lugar frio...
Ela tem um peixe e tem uma planta...
E tem a mim.
L>K
Aonde moras e do que és feita.
Detalhes, coisas pequenas e o que te faz assim... Pra mim...
Perfeita.
O que lhe entristece e o que lhe faz rir...
E tudo o mais, qualquer coisa, que lhe interessa.
Queria alcançar você...
Em um destes dias, que não existem... Serenos...
Sem pressa.
Mergulharia, então, em você.
Me tornaria parte de ti...
Enxergaria através dos teus olhos, te respiraria.
Morreria por você...
Morreria...feliz.
Coisas intrigantes acontecem a todos nós.
Sem explicação...
Coisa que não se explica.
As vezes penso, mas explicar não, não tento...
Só sinto, por dentro, é a vida...
É assim... E é linda!
É... É assim!
Ela mora em um lugar frio...
Ela tem um peixe e tem uma planta...
E tem a mim.
L>K
quinta-feira, abril 26, 2007
Quando voam de mim, eu sou as asas.
Ela sonhou com flores e luz.
Viu-se correndo, em um campo ensolarado.
Não, não corria... Ela planava.
Flutuava, por sobre aquele lugar mágico.
Uma das mãos... Agitada.
A outra, pendia, às flores acariciava... Suave.
Tinha medo de machucá-las, de perdê-las... Eram tão lindas.
E todas suas...
Eram perfeitas.
Ela as olhava.
Seu coração transbordava de euforia e temor.
Alegria... E amor.
E de tudo o mais, que ela não saberia explicar...nem ninguém entender.
Acordou sorrindo.
Na retina, a imagem viva do vasto tapete colorido.
Na mente, a certeza do que vira... Sua própria morte.
Uma lágrima, inevitável, desce.
Sorria ainda...
Pois ela achou lindo.
L>K
Viu-se correndo, em um campo ensolarado.
Não, não corria... Ela planava.
Flutuava, por sobre aquele lugar mágico.
Uma das mãos... Agitada.
A outra, pendia, às flores acariciava... Suave.
Tinha medo de machucá-las, de perdê-las... Eram tão lindas.
E todas suas...
Eram perfeitas.
Ela as olhava.
Seu coração transbordava de euforia e temor.
Alegria... E amor.
E de tudo o mais, que ela não saberia explicar...nem ninguém entender.
Acordou sorrindo.
Na retina, a imagem viva do vasto tapete colorido.
Na mente, a certeza do que vira... Sua própria morte.
Uma lágrima, inevitável, desce.
Sorria ainda...
Pois ela achou lindo.
L>K
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