A quem porventura aqui chegar...
Caros amigos;
"Matei" o Blog! Resolvi postar as coisas que escrevo em outro espaço (http://recantodasletras.uol.com.br/autores/lkorkes) pelo fato deste proporcionar melhores recursos para o dono dos textos, como permitir postagens de contos, prosas (textos maiores), dentre outras coisas. Os textos que aqui estão, há tanto tempo, já estão lá (muitos modificados inclusive), além de diversos outros novos e de contos que tb curto escrever.
Deste modo, não mais postarei textos no "Válvula de escape".
Agradeço a todos os que aqui vieram e que ainda virão...
"Aqui jaz Lk's válvula de escape...
Deixa este mundo, do mesmo modo como viveu... despretensioso, despreocupado e maravilhoso.
Vá em paz"
heheheh....
té menos à todos...
L>K
sábado, junho 14, 2008
segunda-feira, abril 28, 2008
Aos poetas II
Não sei direito lhes dizer o que acontece...
Que bicho que veste minha pele.
O que diabos, de mim se apodera.
Por que meus olhos não se fecham?
Qual é o nome da fera?
Pois enquanto o mundo dorme, na ausência do medo
E a cidade silencia, pálida, vazia.
O frio se espalha, e eu o percebo.
E eu não durmo...
E eu escrevo.
Alguém aqui, de fato, se importa?
Na verdade, importa saber?
Não,não interessa, absolutamente...
Salta aos olhos a verdade nitida, ela grita...
Dormir é pra quem já morreu.
Mãos que dormem, não podem escrever.
Esta, é deslumbrante exceção à regra.
Maravilhosa curva, nesta enfadonha vida reta.
Você entende, nobre amigo, eu sei...
És poeta.
L>K
Que bicho que veste minha pele.
O que diabos, de mim se apodera.
Por que meus olhos não se fecham?
Qual é o nome da fera?
Pois enquanto o mundo dorme, na ausência do medo
E a cidade silencia, pálida, vazia.
O frio se espalha, e eu o percebo.
E eu não durmo...
E eu escrevo.
Alguém aqui, de fato, se importa?
Na verdade, importa saber?
Não,não interessa, absolutamente...
Salta aos olhos a verdade nitida, ela grita...
Dormir é pra quem já morreu.
Mãos que dormem, não podem escrever.
Esta, é deslumbrante exceção à regra.
Maravilhosa curva, nesta enfadonha vida reta.
Você entende, nobre amigo, eu sei...
És poeta.
L>K
quinta-feira, abril 17, 2008
A abelhinha.
Ocupada, ocupada, só correndo, sem parada.
Traga isso, faça aquilo, não há tempo, tempo nada.
Poesia? Deixe disso, não esta vendo, estou ocupada?
Amor? Que absurdo, não há tempo! E ela gargalha.
Ocupada, ocupada, não há tempo, sem parada.
A vida da abelhinha é assim.
Ela trabalha, sem parar, sem pestanejar, sem pensar...
Não se pode perder tempo.
Pois até pensar muito é perda de tempo.
Amar... certamente é.
E viver acaba virando.
Mas quando ela volta de noite pra sua colméia, cansada...
Não há nada, de fato, novo.
Não há calor em seu travesseiro amigo, mas consolo.
Não há o amor, deixado de lado, mais uma vez.
Mas há paz, e silêncio, e algum conforto.
E Morfeu a contempla com um merecido (desmaio) sono...
Pois a manhã lhe trará, tudo de novo...e de novo.
Eu lhe admiro abelhinha, e a amo, mas não lhe invejo.
Eu sou feliz de estar mais para bicho-preguiça.
L>K
Traga isso, faça aquilo, não há tempo, tempo nada.
Poesia? Deixe disso, não esta vendo, estou ocupada?
Amor? Que absurdo, não há tempo! E ela gargalha.
Ocupada, ocupada, não há tempo, sem parada.
A vida da abelhinha é assim.
Ela trabalha, sem parar, sem pestanejar, sem pensar...
Não se pode perder tempo.
Pois até pensar muito é perda de tempo.
Amar... certamente é.
E viver acaba virando.
Mas quando ela volta de noite pra sua colméia, cansada...
Não há nada, de fato, novo.
Não há calor em seu travesseiro amigo, mas consolo.
Não há o amor, deixado de lado, mais uma vez.
Mas há paz, e silêncio, e algum conforto.
E Morfeu a contempla com um merecido (desmaio) sono...
Pois a manhã lhe trará, tudo de novo...e de novo.
Eu lhe admiro abelhinha, e a amo, mas não lhe invejo.
Eu sou feliz de estar mais para bicho-preguiça.
L>K
terça-feira, abril 15, 2008
Antítese.
Tudo na vida é passageiro.
A própria realidade é ilusória e efêmera...
Não existem verdades absolutas, nada é verdadeiro.
A sociedade é sazonal e mutável... é temporária.
As pessoas mudam, milhões de vezes, até seu momento derradeiro.
O corpo envelhece, a mente cresce.
A importância dada a todas as coisas muda.
Os valores se alteram, idéias surgem e morrem.
Os brinquedos mudam de tamanho e de preço.
É este o caminho natural dos homens.
Pois quanto ao amor, afirmo que nada se aprende.
Este é matéria para estudos infindáveis.
Este é o enigma insolúvel, intrigante e garboso.
Teorema absurdo, eterno problema...
Maravilhoso.
Maravilhoso, sim, já que ele é verdadeiro motivo de tudo o que se faz, pois dele emana todo e qualquer ordinário ato humano.
Ele contém as respostas e as perguntas, que convivem juntas.
Ele é o senhor dos acertos, das coisas boas, como também dos enganos.
Antítese perfeita, pura dualidade.
O preto e o branco, a cegueira e a visão, o céu e o inferno.
Dia e noite, guerra e paz, vida e morte...
Mentira ou realidade.
Findável... Eterno.
É o algoz e o médico, é o mal e a cura.
Daquelas poesias perfeitas, irretocáveis, que aquecem o coração.
Quando não é a noticia ruim, que é ouvida em um domingo de paz.
Quando não é uma chuva fria, que cai em pleno verão.
No amor, encontra-se sentido para estar vivo bem como vontade de deixar de viver.
É ópio viciante, que euforiza ou transtorna, mas que nos move adiante.
O amor é alivio quando não é a própria dor.
Mil faces ele tem, que se alteram em uma velocidade estonteante.
Alivio...quando não a própria dor.
Por vezes ele é ódio... não deixando de ser...
Amor.
Não existem palavras perfeitas para defini-lo.
A palavra é escrava dos homens e se resumem, aos destes, pensamentos.
O amor é de quem não vemos, seres intangíveis, feitos de sonho.
Que vagam à esmo, anjos, e que com um lamento...
Se matam de amor (pois de amor se morre) quando nos beijam.
Não há vergonha em assumir-se um leigo neste assunto.
E a beleza da coisa toda, está mesmo em não saber.
Quem passou tantos carnavais, e que dele apanha, e que dele não larga.
Sempre tentará compreendê-lo, insistente, ad eternum...
Até morrer.
Se um dia alguém lhe disser que domina suas nuances.
Que olhou em seus olhos, tocou sua alma, desvendou-o sem medo.
O destrinchou completamente, o esquadrinhou...
Lhe afirmar que conhece todos os seus segredos.
Se não for mentira, faça-o calar, ou corra, não ouça...
Pois não há graça, nem propósito nenhum, em sabê-lo.
Antítese!
L>K
A própria realidade é ilusória e efêmera...
Não existem verdades absolutas, nada é verdadeiro.
A sociedade é sazonal e mutável... é temporária.
As pessoas mudam, milhões de vezes, até seu momento derradeiro.
O corpo envelhece, a mente cresce.
A importância dada a todas as coisas muda.
Os valores se alteram, idéias surgem e morrem.
Os brinquedos mudam de tamanho e de preço.
É este o caminho natural dos homens.
Pois quanto ao amor, afirmo que nada se aprende.
Este é matéria para estudos infindáveis.
Este é o enigma insolúvel, intrigante e garboso.
Teorema absurdo, eterno problema...
Maravilhoso.
Maravilhoso, sim, já que ele é verdadeiro motivo de tudo o que se faz, pois dele emana todo e qualquer ordinário ato humano.
Ele contém as respostas e as perguntas, que convivem juntas.
Ele é o senhor dos acertos, das coisas boas, como também dos enganos.
Antítese perfeita, pura dualidade.
O preto e o branco, a cegueira e a visão, o céu e o inferno.
Dia e noite, guerra e paz, vida e morte...
Mentira ou realidade.
Findável... Eterno.
É o algoz e o médico, é o mal e a cura.
Daquelas poesias perfeitas, irretocáveis, que aquecem o coração.
Quando não é a noticia ruim, que é ouvida em um domingo de paz.
Quando não é uma chuva fria, que cai em pleno verão.
No amor, encontra-se sentido para estar vivo bem como vontade de deixar de viver.
É ópio viciante, que euforiza ou transtorna, mas que nos move adiante.
O amor é alivio quando não é a própria dor.
Mil faces ele tem, que se alteram em uma velocidade estonteante.
Alivio...quando não a própria dor.
Por vezes ele é ódio... não deixando de ser...
Amor.
Não existem palavras perfeitas para defini-lo.
A palavra é escrava dos homens e se resumem, aos destes, pensamentos.
O amor é de quem não vemos, seres intangíveis, feitos de sonho.
Que vagam à esmo, anjos, e que com um lamento...
Se matam de amor (pois de amor se morre) quando nos beijam.
Não há vergonha em assumir-se um leigo neste assunto.
E a beleza da coisa toda, está mesmo em não saber.
Quem passou tantos carnavais, e que dele apanha, e que dele não larga.
Sempre tentará compreendê-lo, insistente, ad eternum...
Até morrer.
Se um dia alguém lhe disser que domina suas nuances.
Que olhou em seus olhos, tocou sua alma, desvendou-o sem medo.
O destrinchou completamente, o esquadrinhou...
Lhe afirmar que conhece todos os seus segredos.
Se não for mentira, faça-o calar, ou corra, não ouça...
Pois não há graça, nem propósito nenhum, em sabê-lo.
Antítese!
L>K
sexta-feira, março 21, 2008
Você.
Você é linda, linda, como a maior e mais brilhante estrela.
E ainda mais lindo, é teu sorriso, e tudo o que sonhas.
E todo esse seu amor, que me encanta, e a tua fria tristeza...
Que me fere sem dó, que me preocupa...
E me apaixona.
Você é mais, muito mais, do que consegues ver.
E serás grande, bem maior, do que eu posso prever.
O mundo será seu, e tudo o que dele desejares, toda a poesia...
Todo amor que existir e, todo ele, sempre será pouco... Pra você.
Tenha a paciência necessária, viva a vida, um dia de cada vez.
Não se afobe, nem desespere, não chore, não há por quê...
Te disse... Todo amor que existir, será só teu...
E essa pálida tristeza... menina dos olhos de amêndoa...
Como eu gostaria de tirá-la de você.
L>K
E ainda mais lindo, é teu sorriso, e tudo o que sonhas.
E todo esse seu amor, que me encanta, e a tua fria tristeza...
Que me fere sem dó, que me preocupa...
E me apaixona.
Você é mais, muito mais, do que consegues ver.
E serás grande, bem maior, do que eu posso prever.
O mundo será seu, e tudo o que dele desejares, toda a poesia...
Todo amor que existir e, todo ele, sempre será pouco... Pra você.
Tenha a paciência necessária, viva a vida, um dia de cada vez.
Não se afobe, nem desespere, não chore, não há por quê...
Te disse... Todo amor que existir, será só teu...
E essa pálida tristeza... menina dos olhos de amêndoa...
Como eu gostaria de tirá-la de você.
L>K
quarta-feira, março 19, 2008
É assim.
Te disse:
- Não percamos tempo, a vida é curta.
Inobstante, tenha dito logo antes:
- Não há pressa, nós temos todo o tempo.
É assim, pois confundes meus pensamentos.
É assim, e não poderia ser diferente...
É assim, pois saibas que nem te quero.
E, não te querendo, te quero...
urgentemente.
Disse pra mim:
- Vá, seu tapado, enrolar-se com o amor de novo.
E tinha pensado, um pouco antes:
- Desse mal, juro que nunca mais sofrerei.
Mas é assim, pois meu coração é meu rei.
É assim, e assim ele me leva, a esmo...
É assim por que, acredite-me, nunca te amarei.
E, não te amando, te amo mais do que a mim mesmo.
É assim que essas coisas acontecem.
Inexplicáveis, mas é assim que elas são.
Não me perguntem, eu não tenho nada com isso.
Talvez o saiba (mas não explica), o incauto coração.
L>K
- Não percamos tempo, a vida é curta.
Inobstante, tenha dito logo antes:
- Não há pressa, nós temos todo o tempo.
É assim, pois confundes meus pensamentos.
É assim, e não poderia ser diferente...
É assim, pois saibas que nem te quero.
E, não te querendo, te quero...
urgentemente.
Disse pra mim:
- Vá, seu tapado, enrolar-se com o amor de novo.
E tinha pensado, um pouco antes:
- Desse mal, juro que nunca mais sofrerei.
Mas é assim, pois meu coração é meu rei.
É assim, e assim ele me leva, a esmo...
É assim por que, acredite-me, nunca te amarei.
E, não te amando, te amo mais do que a mim mesmo.
É assim que essas coisas acontecem.
Inexplicáveis, mas é assim que elas são.
Não me perguntem, eu não tenho nada com isso.
Talvez o saiba (mas não explica), o incauto coração.
L>K
quinta-feira, março 13, 2008
Manifesto do amor rasgado.
Agora, penso em você aí sozinha
Penso também que gostaria, eu, de estar aí.
Te dizer algumas palavras doces, dar voz ao meu amor calado.
Queria te decifrar o rosto cansado.
Queria ver um sorriso teu se abrir.
Você não sabe, nem poderia, e eu sei bem que não sabes
O tanto que eu gosto (e não é pouco), um bocado, de ti.
O tanto de amor que lhe é reservado.
Uma parte, minha, que lhe pertence.
E um tanto, do que é só teu, que habita em mim.
Sob as condições da realidade impostas pela vida, não havia escolha.
Não poderia nunca ter lhe dito estas coisas, quando tive a chance.
Mas não há de ser nada. A vida é imprevisível e longa... é mágica.
Sigamos então, firmes... adiante.
Registro aqui tais verdades, neste manifesto de amor rasgado, ao deus dará.
Pois eu nem sei, o pobre louco, apaixonado...
Se você o lerá.
L>K
Penso também que gostaria, eu, de estar aí.
Te dizer algumas palavras doces, dar voz ao meu amor calado.
Queria te decifrar o rosto cansado.
Queria ver um sorriso teu se abrir.
Você não sabe, nem poderia, e eu sei bem que não sabes
O tanto que eu gosto (e não é pouco), um bocado, de ti.
O tanto de amor que lhe é reservado.
Uma parte, minha, que lhe pertence.
E um tanto, do que é só teu, que habita em mim.
Sob as condições da realidade impostas pela vida, não havia escolha.
Não poderia nunca ter lhe dito estas coisas, quando tive a chance.
Mas não há de ser nada. A vida é imprevisível e longa... é mágica.
Sigamos então, firmes... adiante.
Registro aqui tais verdades, neste manifesto de amor rasgado, ao deus dará.
Pois eu nem sei, o pobre louco, apaixonado...
Se você o lerá.
L>K
quinta-feira, dezembro 20, 2007
Amores possíveis.
Tão estranho é o coração do homem
Subjetivo e vago, um inconseqüente, um inconstante eterno
Que os que vivem de acordo com este, invariavelmente estão perdidos
No entanto este amigo da onça não o faz por mal, quer o seu bem
E costumam ser sinceros... E não pressentem o perigo.
Levam seus donos, pelas mãos, por caminhos obscuros
Atrás de uma luz que se vislumbra no fim de um túnel escuro e frio
E, não raro, sua mão quente e esperançosa se desgarra
Deixando o pobre estúpido ali, sem saber como agir.
Sozinho, na escuridão agora total, só lhe resta seguir... sem saber aonde ir.
O fato é que este mesmo traidor é quem lhe salva dessa situação
Pois em um dia, que certamente não esperas, mergulhado no frio e na absoluta solidão
Surgirá novamente a tal luz diante de seus olhos e um calor que lhe envolve totalmente
E a mesma mão esperançosa toma a sua com carinho...
E a mesma voz imperiosa lhe diz –Recomece... Vá em frente!
Não fujam destarte, meus amigos, desse nobre trapalhão...
Não evitem seus desastrosos palpites, suas escolhas duvidosas.
Toda essa sua confusão.
Vivam seus amores possíveis, chorem e sorriam, quantas vezes forem necessárias
Tudo é tão efêmero... É só uma vida para errar e acertar.
Pequem sempre pelo exagero, nunca pela omissão.
Quando a razão lhe disser, com toda a força – Não faça... Dará errado no fim.
Faça!
Não há tempo a perder... E é como deve ser
Simples assim.
L>K
Subjetivo e vago, um inconseqüente, um inconstante eterno
Que os que vivem de acordo com este, invariavelmente estão perdidos
No entanto este amigo da onça não o faz por mal, quer o seu bem
E costumam ser sinceros... E não pressentem o perigo.
Levam seus donos, pelas mãos, por caminhos obscuros
Atrás de uma luz que se vislumbra no fim de um túnel escuro e frio
E, não raro, sua mão quente e esperançosa se desgarra
Deixando o pobre estúpido ali, sem saber como agir.
Sozinho, na escuridão agora total, só lhe resta seguir... sem saber aonde ir.
O fato é que este mesmo traidor é quem lhe salva dessa situação
Pois em um dia, que certamente não esperas, mergulhado no frio e na absoluta solidão
Surgirá novamente a tal luz diante de seus olhos e um calor que lhe envolve totalmente
E a mesma mão esperançosa toma a sua com carinho...
E a mesma voz imperiosa lhe diz –Recomece... Vá em frente!
Não fujam destarte, meus amigos, desse nobre trapalhão...
Não evitem seus desastrosos palpites, suas escolhas duvidosas.
Toda essa sua confusão.
Vivam seus amores possíveis, chorem e sorriam, quantas vezes forem necessárias
Tudo é tão efêmero... É só uma vida para errar e acertar.
Pequem sempre pelo exagero, nunca pela omissão.
Quando a razão lhe disser, com toda a força – Não faça... Dará errado no fim.
Faça!
Não há tempo a perder... E é como deve ser
Simples assim.
L>K
sábado, novembro 24, 2007
Nascer do sol em uma padaria.
O que vejo em ti
Além de todo amor que carregas...
É o pesar de uma vida dificil...
É a pressão... o cansaço.
Uma vida dificil...
Ainda que invejada seja.
O que vejo em ti
Além de todo o amor que carregas...
É a falta de um tempo que não volta.
É a tolerância a solidão...
É o saber ganhar a “aposta”
É a força inquestionável que tens
Vejo, e todos vêem, que deu a resposta.
O que vejo em ti
Além de todo amor que carregas...
É esse seu sorriso seguro.
Franco...certeiro..
As vezes... zombeteiro..
Cativante...
E perfeito.
Vejo teus olhos diretos, únicos.
Olhos que encaram sem temer...
Lindos.
Olhos de cobra, que mudam de cor...
Ainda que tu pareças não saber.
O que vejo, afinal
É esse amor todo que carregas em ti...
E descobri, tarde talvez, pois só agora a conheci...
Que o quero pra mim.
L>K
Além de todo amor que carregas...
É o pesar de uma vida dificil...
É a pressão... o cansaço.
Uma vida dificil...
Ainda que invejada seja.
O que vejo em ti
Além de todo o amor que carregas...
É a falta de um tempo que não volta.
É a tolerância a solidão...
É o saber ganhar a “aposta”
É a força inquestionável que tens
Vejo, e todos vêem, que deu a resposta.
O que vejo em ti
Além de todo amor que carregas...
É esse seu sorriso seguro.
Franco...certeiro..
As vezes... zombeteiro..
Cativante...
E perfeito.
Vejo teus olhos diretos, únicos.
Olhos que encaram sem temer...
Lindos.
Olhos de cobra, que mudam de cor...
Ainda que tu pareças não saber.
O que vejo, afinal
É esse amor todo que carregas em ti...
E descobri, tarde talvez, pois só agora a conheci...
Que o quero pra mim.
L>K
quinta-feira, novembro 22, 2007
Musa.
Quando a vi, pela primeira vez...Pensei, não sei, um pouco de tudo, contudo...
Nada, absolutamente, relacionado ao que essencialmente és...
Uma menina adorável, dentro de uma linda mulher.
Sua serenidade me encanta, minha tristeza espanta.
Irradia alegria, um sorriso é você, um poema, sim, é isso que és...
Tua beleza, inata, prende meus pensamentos na mesma proporção...
Que o amor que vislumbro em seus olhos, que em ti não cabe, me arrebata o coração.
Penso: “A vida é dura, mas como é bela e como é boa”...
E como tudo vale a pena demais...
Pois aqui, no começo de todas as coisas, sinto-me feliz em conhecê-la.
Menina-mulher-amor, pura força, minha musa...
Estrela.
Escrevo-lhe estes versos despreocupados almejando seu sorriso.
Quero vê-lo sempre aberto, dominante, infinitamente lindo.
Grande, branco, pois assim que a compreendo, poço de alegria sem fim, e em mim...
Terás sempre um apaixonado, encantado, por ti...
Musa.
L>K
Nada, absolutamente, relacionado ao que essencialmente és...
Uma menina adorável, dentro de uma linda mulher.
Sua serenidade me encanta, minha tristeza espanta.
Irradia alegria, um sorriso é você, um poema, sim, é isso que és...
Tua beleza, inata, prende meus pensamentos na mesma proporção...
Que o amor que vislumbro em seus olhos, que em ti não cabe, me arrebata o coração.
Penso: “A vida é dura, mas como é bela e como é boa”...
E como tudo vale a pena demais...
Pois aqui, no começo de todas as coisas, sinto-me feliz em conhecê-la.
Menina-mulher-amor, pura força, minha musa...
Estrela.
Escrevo-lhe estes versos despreocupados almejando seu sorriso.
Quero vê-lo sempre aberto, dominante, infinitamente lindo.
Grande, branco, pois assim que a compreendo, poço de alegria sem fim, e em mim...
Terás sempre um apaixonado, encantado, por ti...
Musa.
L>K
segunda-feira, junho 18, 2007
Um vício.
Ando, olho, não te vejo mais...
Corro, procuro, não te acho.
Desejo, preciso, de você...
Pra onde, afinal, devo ir..?
Sou um poço de vontades insatisfeitas...
Sou uma bomba armada e não caibo em mim..
Não soube, durante muito tempo, o que queria
Hoje sei, e saber me consome...
Pois minha vontade não mais conta para ti.
Não me queixo, pois assim é o amor..
Resiste, bravamente, as agruras de vidas difíceis.
É levado ao limite, diária e constantemente.
Resiste, resiste... Mas perece.
E encerra em si sonhos lindos, de pobres apaixonados
Incansáveis aprendizes de suas belezas.
Sou um desses, humilde escravo de sua vontade...
Faminto de sua presença, viciado inveterado.
Amo, intensamente, e amo amar...
E amo você, intangível dona de mim.
Pra onde, enfim, devo ir?
L>K
Corro, procuro, não te acho.
Desejo, preciso, de você...
Pra onde, afinal, devo ir..?
Sou um poço de vontades insatisfeitas...
Sou uma bomba armada e não caibo em mim..
Não soube, durante muito tempo, o que queria
Hoje sei, e saber me consome...
Pois minha vontade não mais conta para ti.
Não me queixo, pois assim é o amor..
Resiste, bravamente, as agruras de vidas difíceis.
É levado ao limite, diária e constantemente.
Resiste, resiste... Mas perece.
E encerra em si sonhos lindos, de pobres apaixonados
Incansáveis aprendizes de suas belezas.
Sou um desses, humilde escravo de sua vontade...
Faminto de sua presença, viciado inveterado.
Amo, intensamente, e amo amar...
E amo você, intangível dona de mim.
Pra onde, enfim, devo ir?
L>K
Senza spiegazone.
Queria saber de ti.
Aonde moras e do que és feita.
Detalhes, coisas pequenas e o que te faz assim... Pra mim...
Perfeita.
O que lhe entristece e o que lhe faz rir...
E tudo o mais, qualquer coisa, que lhe interessa.
Queria alcançar você...
Em um destes dias, que não existem... Serenos...
Sem pressa.
Mergulharia, então, em você.
Me tornaria parte de ti...
Enxergaria através dos teus olhos, te respiraria.
Morreria por você...
Morreria...feliz.
Coisas intrigantes acontecem a todos nós.
Sem explicação...
Coisa que não se explica.
As vezes penso, mas explicar não, não tento...
Só sinto, por dentro, é a vida...
É assim... E é linda!
É... É assim!
Ela mora em um lugar frio...
Ela tem um peixe e tem uma planta...
E tem a mim.
L>K
Aonde moras e do que és feita.
Detalhes, coisas pequenas e o que te faz assim... Pra mim...
Perfeita.
O que lhe entristece e o que lhe faz rir...
E tudo o mais, qualquer coisa, que lhe interessa.
Queria alcançar você...
Em um destes dias, que não existem... Serenos...
Sem pressa.
Mergulharia, então, em você.
Me tornaria parte de ti...
Enxergaria através dos teus olhos, te respiraria.
Morreria por você...
Morreria...feliz.
Coisas intrigantes acontecem a todos nós.
Sem explicação...
Coisa que não se explica.
As vezes penso, mas explicar não, não tento...
Só sinto, por dentro, é a vida...
É assim... E é linda!
É... É assim!
Ela mora em um lugar frio...
Ela tem um peixe e tem uma planta...
E tem a mim.
L>K
quinta-feira, abril 26, 2007
Quando voam de mim, eu sou as asas.
Ela sonhou com flores e luz.
Viu-se correndo, em um campo ensolarado.
Não, não corria... Ela planava.
Flutuava, por sobre aquele lugar mágico.
Uma das mãos... Agitada.
A outra, pendia, às flores acariciava... Suave.
Tinha medo de machucá-las, de perdê-las... Eram tão lindas.
E todas suas...
Eram perfeitas.
Ela as olhava.
Seu coração transbordava de euforia e temor.
Alegria... E amor.
E de tudo o mais, que ela não saberia explicar...nem ninguém entender.
Acordou sorrindo.
Na retina, a imagem viva do vasto tapete colorido.
Na mente, a certeza do que vira... Sua própria morte.
Uma lágrima, inevitável, desce.
Sorria ainda...
Pois ela achou lindo.
L>K
Viu-se correndo, em um campo ensolarado.
Não, não corria... Ela planava.
Flutuava, por sobre aquele lugar mágico.
Uma das mãos... Agitada.
A outra, pendia, às flores acariciava... Suave.
Tinha medo de machucá-las, de perdê-las... Eram tão lindas.
E todas suas...
Eram perfeitas.
Ela as olhava.
Seu coração transbordava de euforia e temor.
Alegria... E amor.
E de tudo o mais, que ela não saberia explicar...nem ninguém entender.
Acordou sorrindo.
Na retina, a imagem viva do vasto tapete colorido.
Na mente, a certeza do que vira... Sua própria morte.
Uma lágrima, inevitável, desce.
Sorria ainda...
Pois ela achou lindo.
L>K
sábado, março 10, 2007
Busca II
Cansei-me de lhe procurar, amor meu...
Cansei-me de decepção.
Da tristeza que me assalta.
Do tempo perdido, gasto em vão.
Das inúmeras tentativas, das horas, noites, perdidas.
De gastar o verbo...
Tentei, tento, à exaustão...
Não lhe encontro...
Preciso de ti e só de ti, de nada mais.
É longo, muito longo ainda o caminho...
Não sei ser sozinho... Não tenho paz.
Não sei ser sozinho! É isso... Pronto!
Mas não lhe encontro.
Procurar-te-ei enfim...
Sangue não falta à um desejo sincero... Espero.
Pois tenho uma alma... e se a tenho... é tua.
Cansei-me... Estou cansado... Sim.
Mas a busca... Continua.
L>K
Cansei-me de decepção.
Da tristeza que me assalta.
Do tempo perdido, gasto em vão.
Das inúmeras tentativas, das horas, noites, perdidas.
De gastar o verbo...
Tentei, tento, à exaustão...
Não lhe encontro...
Preciso de ti e só de ti, de nada mais.
É longo, muito longo ainda o caminho...
Não sei ser sozinho... Não tenho paz.
Não sei ser sozinho! É isso... Pronto!
Mas não lhe encontro.
Procurar-te-ei enfim...
Sangue não falta à um desejo sincero... Espero.
Pois tenho uma alma... e se a tenho... é tua.
Cansei-me... Estou cansado... Sim.
Mas a busca... Continua.
L>K
sábado, março 03, 2007
Fidelidade! (?)
Quanto amor cabe em nós?
Quanto dele comporta um só coração?
Será impossível, dedicar-se há apenas um?
Será isso inconcebível... Ou não?
Cada indivíduo é único, exclusivo...magnífico.
Com suas virtudes, seus problemas e belezas
E aí vem o coração, sua sede, sua “fraqueza”...
O desejo de desvendar , destituindo-lhe a razão.
Incontrolável...
Fome de amor, mais e mais... E mais.
Apenas um...?
Impensável...!
Impensável...?
Diferente...? Seria pior...
Não existe dor!
É só amor...
Quanto mais...melhor.
L>K
Quanto dele comporta um só coração?
Será impossível, dedicar-se há apenas um?
Será isso inconcebível... Ou não?
Cada indivíduo é único, exclusivo...magnífico.
Com suas virtudes, seus problemas e belezas
E aí vem o coração, sua sede, sua “fraqueza”...
O desejo de desvendar , destituindo-lhe a razão.
Incontrolável...
Fome de amor, mais e mais... E mais.
Apenas um...?
Impensável...!
Impensável...?
Diferente...? Seria pior...
Não existe dor!
É só amor...
Quanto mais...melhor.
L>K
quinta-feira, fevereiro 15, 2007
Já te disse?
Quero-te.
Quero à ti.
Te quero...
desesperada e urgentemente.
Quero-te.
Quero à ti.
Te quero agora... E para sempre.
Quero-te, como alguém na tempestade procurando abrigo.
A fuga do frio e da dor, que fustiga... enrijece o coração.
Um louco, que anseia por alguma razão.
A palidez do cinza, invejando ao ouro... O desejo de sê-lo.
Ser inteiro, não apenas meio.
Completo, sólido, de serena paixão... Amor.
Menos que isso, não.
Quero-te, e querer-te me faz melhor e me faz bem...
Enxergo a beleza que existe, desprezada pelos homens ocupados...
Coitados.
Me ocupo apenas em querer-te, preenches meu pensamento, moras em mim...
Longe, te quero muito e quando estás por perto, te quero mais... E mais.
Quero à ti... Simples assim.
Quando chegas, me alegro.
Se vais, me desespero.
Porque, não sei se já sabes .
Não me lembro se já te disse, meu amor...
O quanto que te quero.
L>K
Quero à ti.
Te quero...
desesperada e urgentemente.
Quero-te.
Quero à ti.
Te quero agora... E para sempre.
Quero-te, como alguém na tempestade procurando abrigo.
A fuga do frio e da dor, que fustiga... enrijece o coração.
Um louco, que anseia por alguma razão.
A palidez do cinza, invejando ao ouro... O desejo de sê-lo.
Ser inteiro, não apenas meio.
Completo, sólido, de serena paixão... Amor.
Menos que isso, não.
Quero-te, e querer-te me faz melhor e me faz bem...
Enxergo a beleza que existe, desprezada pelos homens ocupados...
Coitados.
Me ocupo apenas em querer-te, preenches meu pensamento, moras em mim...
Longe, te quero muito e quando estás por perto, te quero mais... E mais.
Quero à ti... Simples assim.
Quando chegas, me alegro.
Se vais, me desespero.
Porque, não sei se já sabes .
Não me lembro se já te disse, meu amor...
O quanto que te quero.
L>K
sexta-feira, fevereiro 09, 2007
Aos poetas.
Disse o poeta: “Toda poesia tem dor”
Quem sou eu, para contrariar a regra?
Quem sou eu para negar o óbvio... que todo poeta é, na fonte, triste?
Inegável dogma, verdade absoluta.
A tristeza é início, é labareda que deflagra poesias...
É combustível, para produção de alimento D’alma
Este são as cinzas que restam, é lenitivo...
Lhe compensam, cada lágrima rolada.
Carrega, o poeta, o fardo dos que amam e, à estes, o amor é presente...
A obsessão de compreendê-lo, a loucura de moldá-lo
A necessidade, insaciável, de tê-lo, a ousadia de dissecá-lo...
Insanidade, de julgar ser possível.
A clareza, de morrer tentando
Sim, o poeta é triste...
E agradecido, por possuir tal tristeza.
Essa visão singular faz deles únicos, mesmo que específicos...
Arautos da dor, escravos do amor.
Poetas...
Poetas... Ahhh os poetas...
Que suas palavras não parem de brotar.
Que sua magia não cesse, que suas mentes não se aquietem...
Que suas existências se propaguem, além da eternidade.
Vida longa aos poetas.
L>K
Quem sou eu, para contrariar a regra?
Quem sou eu para negar o óbvio... que todo poeta é, na fonte, triste?
Inegável dogma, verdade absoluta.
A tristeza é início, é labareda que deflagra poesias...
É combustível, para produção de alimento D’alma
Este são as cinzas que restam, é lenitivo...
Lhe compensam, cada lágrima rolada.
Carrega, o poeta, o fardo dos que amam e, à estes, o amor é presente...
A obsessão de compreendê-lo, a loucura de moldá-lo
A necessidade, insaciável, de tê-lo, a ousadia de dissecá-lo...
Insanidade, de julgar ser possível.
A clareza, de morrer tentando
Sim, o poeta é triste...
E agradecido, por possuir tal tristeza.
Essa visão singular faz deles únicos, mesmo que específicos...
Arautos da dor, escravos do amor.
Poetas...
Poetas... Ahhh os poetas...
Que suas palavras não parem de brotar.
Que sua magia não cesse, que suas mentes não se aquietem...
Que suas existências se propaguem, além da eternidade.
Vida longa aos poetas.
L>K
sexta-feira, janeiro 26, 2007
Estrago, de um pouco de solidão.
É noite, faz calor.
E, só em meu quarto, não sou mais da metade do que um dia fui.
Sou mais inteiro do que quando era maior.
Mais forte, do que quando pensava o contrário... Que era forte (E não era).
Mais sábio e democrático...
Às vezes enigmático... Até mesmo pra mim.
Mas, nunca, menos trágico, menos aborrecido... Menos triste.
Menos eu... De sempre.
Observo pela janela, a chuva que começa a cair...
Ao contrario do que acontece com a maioria, ela alegra meu coração.
Amo-a, efêmera companheira fulgaz...
Como vens do nada, desaba, altera as coisas... E vai.
Tristes, são teu destino e teu fim.
Me fazem amar-te, mais e mais.
Minhas únicas companhias...
A cerveja, o barulho da chuva, cigarros e um violão calado.
Ainda assim, penso...
- Quarto apertado.
E a fúria crescente...
E o amor sucumbindo.
E pensamentos disformes e palavras nascendo, em ritmo alucinado.
Não há de ser nada... Besteira.
É só uma sexta-feira...
E eu... Estou só.
L>K
E, só em meu quarto, não sou mais da metade do que um dia fui.
Sou mais inteiro do que quando era maior.
Mais forte, do que quando pensava o contrário... Que era forte (E não era).
Mais sábio e democrático...
Às vezes enigmático... Até mesmo pra mim.
Mas, nunca, menos trágico, menos aborrecido... Menos triste.
Menos eu... De sempre.
Observo pela janela, a chuva que começa a cair...
Ao contrario do que acontece com a maioria, ela alegra meu coração.
Amo-a, efêmera companheira fulgaz...
Como vens do nada, desaba, altera as coisas... E vai.
Tristes, são teu destino e teu fim.
Me fazem amar-te, mais e mais.
Minhas únicas companhias...
A cerveja, o barulho da chuva, cigarros e um violão calado.
Ainda assim, penso...
- Quarto apertado.
E a fúria crescente...
E o amor sucumbindo.
E pensamentos disformes e palavras nascendo, em ritmo alucinado.
Não há de ser nada... Besteira.
É só uma sexta-feira...
E eu... Estou só.
L>K
sexta-feira, janeiro 19, 2007
Busca
Temos...
Tenho...
Tudo.
Quase tudo...
Somos felizes, inteiros...
Sólidos, amáveis...
Respeitáveis
?
Saúde... Ahh, saúde!
Física e mental...
Cérebros turbinados, trabalhando, trabalhando...
À todo vapor!
-Em frente! Sempre! Não negligenciam ao serviço
Pensam mais do que deviam.
Quem é “burro” sofre menos....
Não é isso?
Olhos que enxergam as coisas...
Vêem, miram pessoas, passam no tempo.
Vagam, perdidos, na escuridão de seu mundo... Tristes.
Acolhem imagens, as guardam e amam, as detestam... Compreendem.
Olhos diferentes...
Olhos meus...
Meus olhos.
Um coração... Estúpido coração...
Que pulsa, pulsa, que sente.
Sempre...
Velho amigo...
Sempre.
Amor! Mais do que é preciso...
Mais do que posso dar conta, do que posso suportar...
Não cabe, não dá, um oceano em uma banheira.
Infinito... Infinito!
Mas isso, já é besteira.
É isso...
Dentre mortos e feridos, todos se salvaram...
Todos voltaram às suas casas, para o beijo esperado e merecido...
Para o prato de sopa.
Tudo está bem... Sim, bem.
Reclamar... De quê?
O porquinho enganou ao lobo, o time ta ganhando... Perfeito!
O bolo cresceu!
O escravo escapou do açoite...
Pelo que, então, procuro?
Por que não durmo?
Oque procuro... nas noites?
L>K
Tenho...
Tudo.
Quase tudo...
Somos felizes, inteiros...
Sólidos, amáveis...
Respeitáveis
?
Saúde... Ahh, saúde!
Física e mental...
Cérebros turbinados, trabalhando, trabalhando...
À todo vapor!
-Em frente! Sempre! Não negligenciam ao serviço
Pensam mais do que deviam.
Quem é “burro” sofre menos....
Não é isso?
Olhos que enxergam as coisas...
Vêem, miram pessoas, passam no tempo.
Vagam, perdidos, na escuridão de seu mundo... Tristes.
Acolhem imagens, as guardam e amam, as detestam... Compreendem.
Olhos diferentes...
Olhos meus...
Meus olhos.
Um coração... Estúpido coração...
Que pulsa, pulsa, que sente.
Sempre...
Velho amigo...
Sempre.
Amor! Mais do que é preciso...
Mais do que posso dar conta, do que posso suportar...
Não cabe, não dá, um oceano em uma banheira.
Infinito... Infinito!
Mas isso, já é besteira.
É isso...
Dentre mortos e feridos, todos se salvaram...
Todos voltaram às suas casas, para o beijo esperado e merecido...
Para o prato de sopa.
Tudo está bem... Sim, bem.
Reclamar... De quê?
O porquinho enganou ao lobo, o time ta ganhando... Perfeito!
O bolo cresceu!
O escravo escapou do açoite...
Pelo que, então, procuro?
Por que não durmo?
Oque procuro... nas noites?
L>K
sexta-feira, dezembro 22, 2006
O ébrio e a rosa.
Por um momento, não entendia o que se passava.
Por segundos, que pareceram uma eternidade.
Seu corpo dançava, cercado de calor e risadas
Sua alma planava e seus risos cortavam o ar pesado.
Tudo era simples, simples como um final de tarde
Felicidade... Era isso, o que no momento ele tinha.
Seus pensamentos, desconexos, à ele eram lúcidos
Seus sentimentos, dispersos, estavam focados.
Ele tinha se achado... E estava ali, perdido.
Em meio à tantas antíteses...
Ao redemoinho de sensações contrárias... À loucura reinante
Surge a rosa, triunfante...
E era óbvia, vermelha... E era bela.
E tudo, então, voltou-se à ela.
Ele a segurava... E nada mais importava.
Desejou possuí-la, desejou preenche-la.
Queria morar nela, estar em seu coração...
Pois ela era tão bela, perfeita, singela.
E complexa, como coisas assim normalmente o são.
O ébrio mordeu a rosa.
A rosa mordeu o ébrio.
Não sabia-se mais, quem mordeu quem.
Ele, agora, pertencia à ela...
E ela, era dele também.
Por segundos, que pareceram uma eternidade...
Divagou sobre a poesia das coisas, até que enfim...
A realidade atingiu-lhe a fronte, em um terremoto.
Olhou para a rosa, beijou-lhe a face, guardou-a em seu coração
E lembrou-se do copo.
L>K
Por segundos, que pareceram uma eternidade.
Seu corpo dançava, cercado de calor e risadas
Sua alma planava e seus risos cortavam o ar pesado.
Tudo era simples, simples como um final de tarde
Felicidade... Era isso, o que no momento ele tinha.
Seus pensamentos, desconexos, à ele eram lúcidos
Seus sentimentos, dispersos, estavam focados.
Ele tinha se achado... E estava ali, perdido.
Em meio à tantas antíteses...
Ao redemoinho de sensações contrárias... À loucura reinante
Surge a rosa, triunfante...
E era óbvia, vermelha... E era bela.
E tudo, então, voltou-se à ela.
Ele a segurava... E nada mais importava.
Desejou possuí-la, desejou preenche-la.
Queria morar nela, estar em seu coração...
Pois ela era tão bela, perfeita, singela.
E complexa, como coisas assim normalmente o são.
O ébrio mordeu a rosa.
A rosa mordeu o ébrio.
Não sabia-se mais, quem mordeu quem.
Ele, agora, pertencia à ela...
E ela, era dele também.
Por segundos, que pareceram uma eternidade...
Divagou sobre a poesia das coisas, até que enfim...
A realidade atingiu-lhe a fronte, em um terremoto.
Olhou para a rosa, beijou-lhe a face, guardou-a em seu coração
E lembrou-se do copo.
L>K
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